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Para dar mais celeridade às resoluções do Conselho Deliberativo do Sinditamaraty que envolvem a judicialização, os conselheiros passarão a ter reuniões periódicas com o escritório de advocacia que presta assessoria ao sindicato e também com setor jurídico da entidade.

“As reuniões com os advogados vão unir duas pontas de uma mesma cadeia. O Conselho debate e delibera questões que levam, inevitavelmente, à judicializações. Então, precisamos conversar diretamente com quem de fato fazer isso acontecer, que é o escritório, claro, com acompanhamento do jurídico Sindy”, explica o presidente do Conselho Deliberativo, o oficial de chancelaria Evaristo Nunes.

Na primeira reunião, os conselheiros e advogados repassaram uma a uma das resoluções do CD de 2019 e 2020. Assim, ficou alinhado um modus operandi e montado um planejamento para as ações que estão represadas. “Isso tornará tudo mais fluído, para não haver perda de tempo e de debates”, completa Evaristo.

Destaques
Entre as deliberações que serão judicializadas estão, por exemplo, a questão dos feriados nacionais no exterior. Os servidores do Itamaraty alocados no exterior querem ter o direito de usufruir dos feriados, assim como os que estão no Brasil, pois todos são servidores sem distinção. A mesma isonomia é pedida para o ponto eletrônico no exterior. “Ajudamos o escritório que nos assessora a entender mais sobre o debate e assim, a gente vai achando soluções para todas as angústias e acúmulos que a Administração não quer resolver”, defende o presidente do CD.

O objetivo é alcançar bons resultados das ações movidas. “Não é um desejo judicializar essas questões, mas é a melhor saída. Sem fortalecer o jurídico a gente se perde”, reforça.

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